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  15. LABIRINTO (André Vinícius / Iguassu)
   
 

Quanto tempo levarei pra encontrar a mim mesmo / Meu horizonte e a tênue linha do desfiladeiro / Quantas eras nos separam de um dia de sol /
Do último passo, daquele encontro casual

Minha boca seca quase amarga / Os meus olhos já não dizem quase nada /
Não há medo nem cansaço / Não há sorte nem acaso

E na parte que me cabe / Do teu sonho quem sabe / Do que eu não vejo, do que eu só sinto / Quando me escondo em seu labirinto / Tua presença me faz entender

Minha boca seca quase amarga / Os meus olhos já não dizem quase nada /
Não há medo nem cansaço / Só a luz dos teus olhos em meus braços

E na parte que me cabe / Do teu sonho quem sabe / Do que eu não vejo, do que eu só sinto / Quando me escondo em seu labirinto / Tua presença me faz entender